2.8.11

Restos Mortais

Eis aquela pergunta que eu ia te fazer, mas que, por delicadeza, não faço:

Como vão os restos mortais do teu amor?

Claro que esta pergunta é só uma despretensiosa provocação. Porque, no fundo, o que morre são as relações, apenas as relações... Teu Amor continua aí, intacto, brilhante, enorme — e pronto para ser vivido de novo e sempre. Basta que você o deixe livre. E o desperte, todo dia.