15.10.03

Escrevo, divago, e digo: os poetas seremos eternamente incompreendidos. Porque vemos a coisa e seu fundamento, enquanto as pessoas normais vêem a coisa e sua utilidade. Os loucos vemos o todo poético de um universo dançante, e os normais vêem apenas a parte seca de um mero processo. Os poetas brincamos com as palavras; os brutos fazem delas uma arma.

Que diferença!